Ajude os cientistas a curar doenças utilizando apenas seu Android

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Desde outubro de 2000 um programa chamado Folding@Home tem ajudado a curar doenças. Ele faz isso com a ajuda de voluntários, que instalam o programa em seus computadores e doam o poder de processamento dos notebooks e desktops quando estão ociosos para o projeto.

A partir dele outros projetos similares surgiram, como o BOINC, que tem como objetivo ajudar outros campos da ciência além da medicina. Mas até então, apenas usuários de computadores rodando Windows, Linux ou OS X podiam doar tempo ocioso de processamento, já que o programa só estava disponível nestas plataformas. Agora, quem tem um celular rodando Android pode fazer o mesmo.

A Universidade de Berkeley lançou essa semana um aplicativo do BOINC na Play Store. O termo BOINC é a sigla em inglês para “Infraestrutura aberta para computação em rede de Berkeley”. Ao instalar o aplicativo, o usuário pode escolher para qual projeto quer colaborar. Entre eles estão um que tenta descobrir a cura para AIDS e outro que tenta encontrar pulsares no universo.

A partir daí, quando o celular fica inativo, ele recebe dados, usa o processador enquanto estiver inativo e os envia de volta. Segundo a universidade, não é necessário nem se preocupar com o plano de dados: o aplicativo só funciona em redes WiFi.

O ponto negativo, claro, é uma potencial queda na vida de bateria, já que o processador do celular vai estar sendo mais utilizado e a rede será acessada. Mas quem deixa seu aparelho Android encostado, carregando e conectado a uma rede wiFi pode contribuir aos projetos sem menores problemas.

O aplicativo é gratuito e está disponível nesse link. Para baixá-lo é necessário rodar pelo menos a versão 2.3 (Gingerbread) do Android.

Este artigo foi originalmente escrito por Rafael Silva, via OiFM

O interesse nos nossos índios é muito estranho

Recebi um e-mail, que me fez pensar e refletir sobre um assunto que pouco analisamos, mas que é de uma característica interessante e muito estranha. Veja os dados abaixo:

Vítimas da seca Índios da Amazônia
Quantos são? 10 milhões 230 mil
Sujeitos a fome? Sim Não
Passam sede? Sim Não
Subnutrição Sim Não
ONGs estrangiras ajudando? Nenhuma 350

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.


Imagem por Diego Gurgel

Nossas ONGs tem muito apoio internacional, em todos os níveis, e é importante ressaltar que essa ajuda é de suma importância para todas elas, principalmente as que se encontram em comunidades carentes. Porém esse interesse por nossos índios é muito estranho, porque temos poucas tribos que ainda sobrevivem na Amazônia, e principalmente pela preferência da ajuda ser maior para as tribos que se encontram mais na área de mata e menor para as periféricas.

Todos nós sabemos que a Amazônia é uma área rica e inexplorada e acreditamos que ela, ainda, tenha  muitas riquezas como ouro, rubis, petróleo, manganês, ferro e a sua biodiversidade (que pode render  muito aos laboratórios do mundo inteiro depois de pesquisada e explorada).

O Brasil não explora, a Amazônia, de forma adequada e sustentável afim de conhecer suas riquezas naturais, sem afetar o meio ambiente, porém está deixando que ela seja deteriorada e exterminada pelas madeireiras clandestinas e por pessoas aventureiras que entram mata a dentro em busca de riquezas.

Seriam essas riquezas naturais a busca real de todas essas ONGs indiginistas ou seriam mais aventureiros internacionais em busca de um tesouro perdido? Porque não vejo nenhuma explicação para tanta preocupação com nosso índios? E a pergunta que não quer calar: Qual o preço real dessa ajuda?

Me ajudem a entender.

Asilo da Dinamarca oferece serviço inusitado

Um belo dia um morador de um asilo em Skanderborg, na Dinamarca, acordou todo animadinho. Tomado por um ímpeto juvenil fez uma proposta indecente para uma enfermeira. A oferta sexual foi levada ao conhecimento da diretora da casa para idosos. Ela não pensou duas vezes: por que não oferecer o serviço de programas para os velhinhos? (Que visão comercial e humana desse cara!)

“Houve uma considerável mudança no comportamento dele depois da visita da garota de programa”, contou Inger Marie Kristensen. “Fazemos isso para os nossos clientes da mesma forma que oferecemos outros serviços de que eles precisam como seres humanos. Basicamente é uma questão de respeito à velhice e às suas necessidades”, completou.

O asilo Kildegaarden, localizado a cerca de 160 quilômetros de Copenhague, tem cem residentes, incluindo vítimas de Alzheimer e derrames.

Lembrando que na Dinamarca o serviço de garotas de programa é legalizado e conta com 6 mil muheres aproximadamente.

Eu acredito que ajude realmente aos velhinhos a se tornarem mais humanos e superarem as dificuldades do dia a dia do “abandono”, mas deve ser bem vigiada para não tomarem o dinheiro dos velhinhos.

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